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terça-feira, 23 de agosto de 2011

A menina dança



E dentro da menina/ A menina dança/ E se você fecha o olho/ A menina ainda dança/ Dentro da menina/ Ainda dança

terça-feira, 24 de maio de 2011

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“Chora não, menina boba. Era só um garotinho igual aos 345 que têm nas lojas. Que modelo você quer agora? Quer o modelo que fala irado, o que fala maior vibe ou o que fala insano? Ah, mãe, queria um que falasse coisas mais inteligentes e profundas, tem desse? Tem, mas custa um pouco mais caro porque é importado de outro planeta. Nada que dez vezes no cartão não resolva.”




T. Bernardi.








@aimeebarreto.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Existe vida depois do toco?!

Existem momentos na vida que nada lhe consola. Todas as revistas femininas dizem que para esquecer um cara, você precisa se ocupar com outras coisas e todas nós sabemos que isso não funciona! Que por mais que façamos coisas diferentes, vamos pensar nele. Pois, estaremos sempre procurando ele nas coisas mais casuais e nos detalhes de tudo.

Isso nos prova que as revistas femininas estão sempre erradas e nós, mulheres (e alguns homens também), não deveriámos perder nosso tempo lendo essas revistas, a não ser que a matéria seja sobre culinária ou sobre como melhorar seu cabelo (apesar de também não funcionar!). Enfim, nenhuma das dicas das revistas é realmente útil, porque veja bem, eu já tentei todas que eu conheço e elas não funcionaram.

Toda vez que eu tentava fazer algo que as revistas diziam funcionar, não dava certo. Ouvir músicas por exemplo, logo começava uma música romântica e "fulano...". Cozinhar, "ah, como eu queria que fulano experimentasse minha comida". Sair com as amigas, "vamos falar de fulano e como ele me deixou...". E até mesmo dormir, "sonhei com fulano essa noite...".

Entre outras dicas de revista... Uma vez, ouvi dizer que a melhor forma de esquecer alguém é transformar esse alguém em literatura. Eu tentei, e também não deu certo.

Com o tempo, saí daquela infelicidade constante e comecei a pensar que eu não merecia passar por aquilo (apesar de merecer, sim) e comecei a ignorar todo e qualquer pensamento sobre fulano que me viesse a cabeça. Isso não adiantou, claro. Ainda penso muito em fulano, mas agora, na maioria das vezes, penso nele com raiva, por ele ser tão, mas tão canalha (tenho todo o direito de pensar assim, porque ele foi muito canalha mesmo)!

A minha vida foi se organizando e eu comecei a ter vontade de abraçá-la, com ou sem fulano. Dicas de revistas, comer coisas saudáveis, cuidar do corpo, assistir à filmes... Seremos sensatas, já funcionou para vocês?!

Concluímos então, que o tempo é quem cura tudo (ou não), que não adianta querer/tentar esquecer alguém, pois quanto mais tentamos, mais ele "se torna" presente na nossa vida e isso só piora tudo. Mais uma vez, o tempo foi herói.

fiveunsaidthings ©

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