quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
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-mariana muniz
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sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Tudo passa
Postado por
Isabela Caldas
"Eu, você e todos os encontros casuais
os ais e os hão de ser
e todos os casais também
olha, acho até que quem achou que nunca ia
esse ia se espantar de ver que o ódio e o amor
e até eu vou pra ver no que vai dar
a massa a moça
e até esse pra sempre
tudo passa"
Marcelo em "sou"
os ais e os hão de ser
e todos os casais também
olha, acho até que quem achou que nunca ia
esse ia se espantar de ver que o ódio e o amor
e até eu vou pra ver no que vai dar
a massa a moça
e até esse pra sempre
tudo passa"
Marcelo em "sou"
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Postado por
-mariana muniz
"Não dá pra esquecer você, seus olhos.
Muito menos a boca, os beijos, a bagunça do cabelo, o cheiro.
A rotina é tão sem graça, mas quando você tá junto tudo muda."
Esse foi o primeiro bilhete que ele deixou na porta da minha geladeira, encontrei um dia quando estava arrumando meu quarto...
Era um no meio de vários dentro de uma caixa, na verdade não DE UMA caixa, mas sim DA caixa, a caixa dele, a caixa que tinha as fotos, o cheiro e até uma mecha do cabelo.
Nostalgia.
Não sabia por que tinha acabado. Não sabia por que eu deixei que acabasse. Acho que foi a minha dedicação a faculdade e as constantes viagens. Me perguntava se eu tive que escolher entre a profissão e o amor...
Amor?
Eu sentia isso por ele.
Mas o que se podia fazer? A vida continua...
Dormi. Acordei. Segunda-feira. Folga do hospital.
Desci do prédio e fui tomar café da manhã na padaria ao lado. Sentei no lugar de sempre e escutei aquilo que eu passei uns 2 anos escutando:
- Hey, you!
Olho pra cima e o meu coração explode. Porque está explodindo? Ele sorriu, por isso. Eu respondo, ele senta. Conversamos muito. Continua solteiro. Saimos juntos da padaria. Faço uma pergunta:
- Quer subir?
- Claro! - Respondeu sorrindo.
Meu coração vacila novamente.
E foi isso, a partir desse dia eu e seu pai estamos juntos até hoje. Agora vai dormir Carol.
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Uns livros
Postado por
Isabela Caldas
Todos adoram boas dicas de livro, mas veja bem, na minha vida existem LIVROS e livros. Os LIVROS eu guardo só pra mim, por diversos motivos, os quais não preciso citar. Então, hoje vou dar dica de alguns livros com uma história simples e sem muitos argumentos. Não estou desmerecendo esse tipo de literatura, a Chick-Lit; só não é o meu tipo de leitura favorito.
Minha mãe viajou e me trouxe um livro de presente, um livro que eu nunca pensei em ler. "Casório?!" de Marian Keys. Não é um livro totalmente ruim, apesar da história não ter muita finalidade e não me engrandecer em absolutamente nada. Às vezes, é bom ler livros assim para rir um pouco e se esquecer das adversidades.
O livro conta a história de Lucy Sullivan, uma jovem de 26 anos que certo dia resolve fazer uma visita à uma
taróloga com suas colegas de trabalho, e ela fica muito intrigada quando lhe foi previsto que iria se casar. E então, Lucy conhece um irlandês de olhos verdes e cachos nada confiável, Gus.
E a história rola em torno disso, com altos e baixos na vida de Lucy. Como já disse, é uma leitura divertida. Propícia à meninas de nossa faixa etária e até mesmo as mais velhas. Pretendo ler outros livros da autora, assim que acabar de ler os livros que eu estou muito a fim de ler, mesmo.
E, o outro livro que gostaria de indicar é "Pegando Fogo!", da aclamada Meg Cabot. Eu gostei de "Pegando Fogo!", sério.
O livro conta a história de Katie, que, apesar de ser muito mentirosa, leva uma vida perfeita na cidade de Eastport. Tem um namorado capitão do time, uma melhor amiga super-popular, um amante e tudo o mais. Tudo vai bem para Katie, até que o seu ex-amigo, Tommy Sullivan retorna a cidade e sua vida muda totalmente. Todos odeiam Tommy Sullivan, porque ele fez uma coisa terrível no passado e Katie fica extremamente confusa por diversos motivos que lhe assolam, tudo culpa dele.
Gostei mais desse livro pelo personagem, Tom, do que pela história. Porque ele é simplesmente sensacional e enfim...
E o último livro que gostaria de indicar à vocês é "Pão-de-mel" de Rachel Cohn. Ganhei "Pão-de-mel" no meu aniversário de 15 anos. Eu não sou muito fã de ganhar livros de presente (prefiro que me dê um vale de livraria), mas eu gostei muito deste presente!
Cyd Charisse é uma garota rebelde e viciada em café, após ser espulsa do colégio interno, volta a morar com sua mãe, seu padrasto e seus irmãos em San Francisco. Sem conseguir lidar com a filha -que tanto anseia por liberdade- sua mãe a manda para Nova York, a fim de conhecer realmente o seu pai, cujo a única lembrança que tem dele é uma boneca chamada Pão-de-mel. Apesar do seu irmão gay super legal, a vida em Nova York não é nem de longe o que ela imaginava.
("Siri" é a continuação desse livro)
Então, esses são os livros que separei para vocês. Todos tem uma leitura simples e agradável, e não devem ser desprezados. Essa é a minha dica =)
@belinhax3
e este é meu skoob
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Existe vida depois do toco?!
Postado por
Unsaid Things
Existem momentos na vida que nada lhe consola. Todas as revistas femininas dizem que para esquecer um cara, você precisa se ocupar com outras coisas e todas nós sabemos que isso não funciona! Que por mais que façamos coisas diferentes, vamos pensar nele. Pois, estaremos sempre procurando ele nas coisas mais casuais e nos detalhes de tudo.
Isso nos prova que as revistas femininas estão sempre erradas e nós, mulheres (e alguns homens também), não deveriámos perder nosso tempo lendo essas revistas, a não ser que a matéria seja sobre culinária ou sobre como melhorar seu cabelo (apesar de também não funcionar!). Enfim, nenhuma das dicas das revistas é realmente útil, porque veja bem, eu já tentei todas que eu conheço e elas não funcionaram.
Toda vez que eu tentava fazer algo que as revistas diziam funcionar, não dava certo. Ouvir músicas por exemplo, logo começava uma música romântica e "fulano...". Cozinhar, "ah, como eu queria que fulano experimentasse minha comida". Sair com as amigas, "vamos falar de fulano e como ele me deixou...". E até mesmo dormir, "sonhei com fulano essa noite...".
Entre outras dicas de revista... Uma vez, ouvi dizer que a melhor forma de esquecer alguém é transformar esse alguém em literatura. Eu tentei, e também não deu certo.
Com o tempo, saí daquela infelicidade constante e comecei a pensar que eu não merecia passar por aquilo (apesar de merecer, sim) e comecei a ignorar todo e qualquer pensamento sobre fulano que me viesse a cabeça. Isso não adiantou, claro. Ainda penso muito em fulano, mas agora, na maioria das vezes, penso nele com raiva, por ele ser tão, mas tão canalha (tenho todo o direito de pensar assim, porque ele foi muito canalha mesmo)!
A minha vida foi se organizando e eu comecei a ter vontade de abraçá-la, com ou sem fulano. Dicas de revistas, comer coisas saudáveis, cuidar do corpo, assistir à filmes... Seremos sensatas, já funcionou para vocês?!
Concluímos então, que o tempo é quem cura tudo (ou não), que não adianta querer/tentar esquecer alguém, pois quanto mais tentamos, mais ele "se torna" presente na nossa vida e isso só piora tudo. Mais uma vez, o tempo foi herói.
Isso nos prova que as revistas femininas estão sempre erradas e nós, mulheres (e alguns homens também), não deveriámos perder nosso tempo lendo essas revistas, a não ser que a matéria seja sobre culinária ou sobre como melhorar seu cabelo (apesar de também não funcionar!). Enfim, nenhuma das dicas das revistas é realmente útil, porque veja bem, eu já tentei todas que eu conheço e elas não funcionaram.
Toda vez que eu tentava fazer algo que as revistas diziam funcionar, não dava certo. Ouvir músicas por exemplo, logo começava uma música romântica e "fulano...". Cozinhar, "ah, como eu queria que fulano experimentasse minha comida". Sair com as amigas, "vamos falar de fulano e como ele me deixou...". E até mesmo dormir, "sonhei com fulano essa noite...".
Entre outras dicas de revista... Uma vez, ouvi dizer que a melhor forma de esquecer alguém é transformar esse alguém em literatura. Eu tentei, e também não deu certo.
Com o tempo, saí daquela infelicidade constante e comecei a pensar que eu não merecia passar por aquilo (apesar de merecer, sim) e comecei a ignorar todo e qualquer pensamento sobre fulano que me viesse a cabeça. Isso não adiantou, claro. Ainda penso muito em fulano, mas agora, na maioria das vezes, penso nele com raiva, por ele ser tão, mas tão canalha (tenho todo o direito de pensar assim, porque ele foi muito canalha mesmo)!
A minha vida foi se organizando e eu comecei a ter vontade de abraçá-la, com ou sem fulano. Dicas de revistas, comer coisas saudáveis, cuidar do corpo, assistir à filmes... Seremos sensatas, já funcionou para vocês?!
Concluímos então, que o tempo é quem cura tudo (ou não), que não adianta querer/tentar esquecer alguém, pois quanto mais tentamos, mais ele "se torna" presente na nossa vida e isso só piora tudo. Mais uma vez, o tempo foi herói.
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Jason (L)
Postado por
-mariana muniz
uma das minhas músicas favoritas dele:
beeeeeeeijos, @mariimuniz
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