quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011



Trimmm! É sua mãe, quem mais poderia ser? Amor nenhum faz chamadas por telepatia. Amor não atende com hora marcada. Ele pode chegar antes do esperado e encontrar você numa fase galinha, sem disposição para relacionamentos sérios. Ele passa batido e você nem aí. Ou pode chegar tarde demais e encontrar você desiludido da vida, desconfiado, cheio de olheiras. O amor dá meia-volta, volver. Por que o amor nunca chega na hora certa?
O amor aparece quando menos se espera e de onde menos se imagina. Você passa uma festa inteira hipnotizado por alguém que nem lhe enxerga, e mal repara em outro alguém que só tem olhos pra você. Ou então fica arrasado porque não foi pra praia no final de semana. Toda a sua turma está lá, azarando-se uns aos outros. Sentindo-se um ET perdido na cidade grande, você busca refúgio numa locadora de vídeo, sem prever que ali mesmo, na locadora, irá encontrar a pessoa que dará sentido a sua vida. O amor é que nem tesourinha de unhas, nunca está onde a gente pensa. O jeito é direcionar o radar para norte, sul, leste e oeste. Seu amor pode estar no corredor de um supermercado, pode estar impaciente na fila de um banco, pode estar pechinchando numa livraria, pode estar cantarolando sozinho dentro de um carro. Pode estar aqui mesmo, no computador, dando o maior mole. O amor está em todos os lugares, você que não procura direito. A primeira lição está dada: o amor é onipresente. Agora a segunda: mas é imprevisível. Jamais espere ouvir “eu te amo” num jantar à luz de velas, no dia dos namorados. Ou receber flores logo após a primeira transa. O amor odeia clichês. Você vai ouvir “eu te amo” numa terça-feira, às quatro da tarde, depois de uma discussão, e as flores vão chegar no dia que você tirar carteira de motorista, depois de aprovado no teste de baliza. Idealizar é sofrer. Amar é surpreender. (Martha Medeiros)

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Tudo passa

"Eu, você e todos os encontros casuais
os ais e os hão de ser
e todos os casais também
olha, acho até que quem achou que nunca ia
esse ia se espantar de ver que o ódio e o amor
e até eu vou pra ver no que vai dar
a massa a moça
e até esse pra sempre

tudo passa"


Marcelo em "sou"

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

"Não dá pra esquecer você, seus olhos.
Muito menos a boca, os beijos, a bagunça do cabelo, o cheiro.
A rotina é tão sem graça, mas quando você tá junto tudo muda."
Esse foi o primeiro bilhete que ele deixou na porta da minha geladeira, encontrei um dia quando estava arrumando meu quarto...
Era um no meio de vários dentro de uma caixa, na verdade não DE UMA caixa, mas sim DA caixa, a caixa dele, a caixa que tinha as fotos, o cheiro e até uma mecha do cabelo.
Nostalgia.
Não sabia por que tinha acabado. Não sabia por que eu deixei que acabasse. Acho que foi a minha dedicação a faculdade e as constantes viagens. Me perguntava se eu tive que escolher entre a profissão e o amor...
Amor?
Eu sentia isso por ele.
Mas o que se podia fazer? A vida continua...
Dormi. Acordei. Segunda-feira. Folga do hospital.
Desci do prédio e fui tomar café da manhã na padaria ao lado. Sentei no lugar de sempre e escutei aquilo que eu passei uns 2 anos escutando:
- Hey, you!
Olho pra cima e o meu coração explode. Porque está explodindo? Ele sorriu, por isso. Eu respondo, ele senta. Conversamos muito. Continua solteiro. Saimos juntos da padaria. Faço uma pergunta:
- Quer subir?
- Claro! - Respondeu sorrindo.
Meu coração vacila novamente.
E foi isso, a partir desse dia eu e seu pai estamos juntos até hoje. Agora vai dormir Carol.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Uns livros

Todos adoram boas dicas de livro, mas veja bem, na minha vida existem LIVROS e livros. Os LIVROS eu guardo só pra mim, por diversos motivos, os quais não preciso citar. Então, hoje vou dar dica de alguns livros com uma história simples e sem muitos argumentos. Não estou desmerecendo esse tipo de literatura, a Chick-Lit; só não é o meu tipo de leitura favorito.

 
Minha mãe viajou e me trouxe um livro de presente, um livro que eu nunca pensei em ler. "Casório?!" de Marian Keys. Não é um livro totalmente ruim, apesar da história não ter muita finalidade e não me engrandecer em absolutamente nada. Às vezes, é bom ler livros assim para rir um pouco e se esquecer das adversidades. 

O livro conta a história de Lucy Sullivan, uma jovem de 26 anos que certo dia resolve fazer uma visita à uma
taróloga com suas colegas de trabalho, e ela fica muito intrigada quando lhe foi previsto que iria se casar. E então, Lucy conhece um irlandês de olhos verdes e cachos nada confiável, Gus.

E a história rola em torno disso, com altos e baixos na vida de Lucy. Como já disse, é uma leitura divertida. Propícia à meninas de nossa faixa etária e até mesmo as mais velhas. Pretendo ler outros livros da autora, assim que acabar de ler os livros que eu estou muito a fim de ler, mesmo.




E, o outro livro que gostaria de indicar é "Pegando Fogo!", da aclamada Meg Cabot. Eu gostei de "Pegando Fogo!", sério.


O livro conta a história de Katie, que, apesar de ser muito mentirosa, leva uma vida perfeita na cidade de Eastport. Tem um namorado capitão do time, uma melhor amiga super-popular, um amante e tudo o mais. Tudo vai bem para Katie, até que o seu ex-amigo, Tommy Sullivan retorna a cidade e sua vida muda totalmente. Todos odeiam Tommy Sullivan, porque ele fez uma coisa terrível no passado e Katie fica extremamente confusa por diversos motivos que lhe assolam, tudo culpa dele.

Gostei mais desse livro pelo personagem, Tom, do que pela história. Porque ele é simplesmente sensacional e enfim...


E o último livro que gostaria de indicar à vocês é "Pão-de-mel" de Rachel Cohn. Ganhei "Pão-de-mel" no meu aniversário de 15 anos. Eu não sou muito fã de ganhar livros de presente (prefiro que me dê um vale de livraria), mas eu gostei muito deste presente!

Cyd Charisse é uma garota rebelde e viciada em café, após ser espulsa do colégio interno, volta a morar com sua mãe, seu padrasto e seus irmãos em San Francisco. Sem conseguir lidar com a filha -que tanto anseia por liberdade- sua mãe a manda para Nova York, a fim de conhecer realmente o seu pai, cujo a única lembrança que tem dele é uma boneca chamada Pão-de-mel. Apesar do seu irmão gay super legal, a vida em Nova York não é nem de longe o que ela imaginava.

("Siri" é a continuação desse livro)


Então, esses são os livros que separei para vocês. Todos tem uma leitura simples e agradável, e não devem ser desprezados. Essa é a minha dica =)

@belinhax3
e este é meu skoob

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011


NEM TODA IDEIA É INCRÍVEL E MERECE SER DIVULGADA.


AS IDEIAS PRECISAM DE TEMPO PARA SEREM AMADURECIDAS.






No momento, estou exercendo o direito de guardar minhas ideias pra mim. Bom finde, boas aulas, boa noite.









Não deixe que isso aconteça com você também ):

Existe vida depois do toco?!

Existem momentos na vida que nada lhe consola. Todas as revistas femininas dizem que para esquecer um cara, você precisa se ocupar com outras coisas e todas nós sabemos que isso não funciona! Que por mais que façamos coisas diferentes, vamos pensar nele. Pois, estaremos sempre procurando ele nas coisas mais casuais e nos detalhes de tudo.

Isso nos prova que as revistas femininas estão sempre erradas e nós, mulheres (e alguns homens também), não deveriámos perder nosso tempo lendo essas revistas, a não ser que a matéria seja sobre culinária ou sobre como melhorar seu cabelo (apesar de também não funcionar!). Enfim, nenhuma das dicas das revistas é realmente útil, porque veja bem, eu já tentei todas que eu conheço e elas não funcionaram.

Toda vez que eu tentava fazer algo que as revistas diziam funcionar, não dava certo. Ouvir músicas por exemplo, logo começava uma música romântica e "fulano...". Cozinhar, "ah, como eu queria que fulano experimentasse minha comida". Sair com as amigas, "vamos falar de fulano e como ele me deixou...". E até mesmo dormir, "sonhei com fulano essa noite...".

Entre outras dicas de revista... Uma vez, ouvi dizer que a melhor forma de esquecer alguém é transformar esse alguém em literatura. Eu tentei, e também não deu certo.

Com o tempo, saí daquela infelicidade constante e comecei a pensar que eu não merecia passar por aquilo (apesar de merecer, sim) e comecei a ignorar todo e qualquer pensamento sobre fulano que me viesse a cabeça. Isso não adiantou, claro. Ainda penso muito em fulano, mas agora, na maioria das vezes, penso nele com raiva, por ele ser tão, mas tão canalha (tenho todo o direito de pensar assim, porque ele foi muito canalha mesmo)!

A minha vida foi se organizando e eu comecei a ter vontade de abraçá-la, com ou sem fulano. Dicas de revistas, comer coisas saudáveis, cuidar do corpo, assistir à filmes... Seremos sensatas, já funcionou para vocês?!

Concluímos então, que o tempo é quem cura tudo (ou não), que não adianta querer/tentar esquecer alguém, pois quanto mais tentamos, mais ele "se torna" presente na nossa vida e isso só piora tudo. Mais uma vez, o tempo foi herói.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Jason (L)


e ai pessoal? começaram as minhas aulas e tão um saco como sempre... fiquei na sala da @belperazzo! hoje eu vou falar de Jason Mraz que tá vindo fazer um show aqui em RECIFE! :D
Jason nasceu na Virginia (EUA) e tá com 33 anos... a música dele é uma mistura de pop, reggae, rock e folk. Ele começou a carreira em 1999, mas só veio fazer um sucessozinho maior em 2004, ai em 2008 ele fez o trabalho dele mais famoso até agora que foi o "We sing. We dance. We steal things." que é o que tem "I'm yours" que é a música mais famosa dele. Agora ele vem pro Brasil com a turnê do novo CD dele "Beatiful Mess: live from earth." que é uma mistura de músicas novas e antigas (super indico)! :D

uma das minhas músicas favoritas dele:


beeeeeeeijos, @mariimuniz

fiveunsaidthings ©

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